Apresentando mais aventura

Enfim, estreei no rapel! Também conhecido como cachoeirismo. É esporte para corajosos, constatei. Numa bela tarde ensolarada aceitei o convite dos amigos e guias da Tartarugas – turismo de aventura – para viver a experiência de atividade radical mais desafiadora de toda a minha vida.

Cenário

O local escolhido, a cachoeira da Ressureição, é bem conhecido pelos moradores e turistas da pequena cidade de Águas Mornas – SC. Lá está uma via de rapel de 35 metros e é possível que o guia esteja ao lado do passageiro. Costumamos sugerir este como sendo o roteiro ideal para os praticantes de primeira vez.

O rio é o Forquilhas, que se une ao grande Cubatão em Santo Amaro da Imperatriz. No dia da minha aventura as águas estavam baixas em relação ao período de verão, segundo me contaram. De qualquer forma fiquei encantada com a beleza do lugar onde cheguei após uma trilha rápida, de cerca de cinco minutos.

Elenco

Me sentia bem, confiante. Já me considero oficialmente uma aventureira! Também estava sendo conduzida pelo meu querido companheiro Cristiano. Além dos amigos Guilherme (experiente guia) e Maycon (fotógrafo de aventuras). Para completar a boa onda minha mãe e meu filho assistiam contentes à façanha.

Além de mim estavam as também novatas Julia (com seus destemidos 10 anos!) e Sheila. Mãe e filha valentes! A pequena Bianca (6 anos), irmã de Julia, também integrou a plateia que permaneceu embaixo da cachoeira.

“E-feitos!”

Seguimos mais uma pequena trilha, em direção ao topo da via do rapel. O sistema é muito seguro e realiza boa parte do processo. Basta relaxar, se jogar pra trás e soltar a corda, fluindo como as águas. No meu caso de principiante deu para ver a vida passando na tela mental enquanto a adrenalina subia!

Um pequeno escorregão e bastante água na cabeça me deixaram ofegante. Sob orientações do Cris parei, respirei fundo algumas vezes, reafirmei a confiança interna e segui lomba abaixo.

Na teoria me pareceu bem simples. Na prática a tendência foi projetar o corpo pra frente (fato que pode ocasionar tropeços) e agarrar com força a corda (podendo machucar as mãos) entre outros fatores de risco.

Aplausos

O ponto de união de qualquer esporte radical está justamente na superação destes desafios e o bem-estar alcançado ao completar a jornada, pelo menos pra mim.

Quando cheguei no poço que recebe as águas cristalinas da cachoeira da Ressureição assinalei mais um x virtual na minha lista de afazeres prioritários como exploradora desta linda vida.

De fora do circuito o nosso amigo fotógrafo registrava momentos únicos, e eu, mais uma vez, sou só gratidão!

Comentários

Andréa Rezende
27 de agosto de 2019
Dia inesquecível filha.....tudo perfeito....tirando meu pequeno acidente com o celular...kkkkk...só gratidão a todos!!!!!!

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