Treinamentos Vivenciais e Natureza – Experiências além das paredes do escritório ou das telas do computador

Treinamentos Vivenciais e Natureza – Experiências além das paredes do escritório ou das telas do computador

“Treinar a razão combinada à emoção é a síntese da revolução em educação para o gerenciamento da empresa vencedora”

A frase destacada é da professora e pesquisadora Maria Cristina Matos da Costa, mestre em Sistemas de Gestão pela Universidade Federal Fluminense, com Linha de Pesquisa focada em Liderança e Desenvolvimento de Equipes e é a inspiração para as linhas a seguir.

Em experimento realizado, através do “treinamento vivencial ao ar livre” em duas empresas de um mesmo porte e seguimento, a professora buscou mostrar em que condições um programa de desenvolvimento de equipes pode, efetivamente, provocar simultaneamente melhoria na execução das atividades da organização e maior interação entre líderes e liderado.

Como resultado de medições realizadas antes e depois da aplicação do treinamento, o experimento permitiu identificar, além de melhorias efetivas das equipes, a importância e o cuidado na condução das etapas que antecedem e sucedem o treinamento propriamente dito. Sendo assim, constata-se cientificamente a efetividade e sucesso de vivências, dinâmicas e práticas ao ar livre, devidamente planejadas, extrapolando as quatro paredes dos ambientes coorporativos, escritórios e home offices.

O contato com a natureza, desafios em tempo real, num ambiente diferente do vivido no cotidiano podem ser excelentes propulsores para o desenvolvimento de capacidades como Liderança, Comunicação, Trabalho em Equipe!

Historicamente, pode-se dizer que os fundamentos dos diversos programas vivenciais ao ar livre pensados para empresas, podem estar baseados no TEAL ou Treinamento Experiencial ao Ar Livre – metodologia criada para aprimorar tanto a relação entre os membros da equipe, como entre as empresas e clientes. O TEAL foi concebido em 1992 pela empresa Dinsmore Associates, chegando ao Brasil depois de alguns anos. Hoje, esta proposta é utilizada e adaptada por várias empresas, sob novos olhares, no entanto, geralmente apoia-se em 05 pontos fundamentais:

  1. Integração de Equipes (Team Building)
  2. Motivação
  3. Liderança
  4. Trabalho em equipe
  5. Gestão de mudanças

Os pontos elencados pelo TEAL, originalmente, aparecem comuns e basilares na maioria dos programas de treinamentos, a diferença que pode ocorrer tem bastante a ver como as necessidades específicas da empresa, tendo sempre em consideração que projetos de desenvolvimento de equipes devem estar alinhados a realidade e necessidade de cada organização.

Para Peter M. Senge, diretor do Programa de Aprendizagem Organizacional e Raciocínio Sistêmico na Faculdade de Administração Sloan, no Massachusetts Institute of Technology (MIT), um quesito essencial a constar em um treinamento é a possibilidade da experimentação. Peter enfatiza:

“O treinamento deve ser um laboratório em que os participantes sejam ativos experimentadores de situações”

Desbravar a natureza por meio de trilhas com diferentes níveis de dificuldades; percorrer circuitos de arvorismo; enfrentar rios caudalosos e corredeiras intensas, em botes no rafting e outras possibilidades de contato com a natureza e desenvolvimento de atividades ao ar livre, tem sido maneiras muito eficazes de proporcionar às empresas formas criativas, elaboradas de expandir as possibilidades de aprendizagem em experiências ativas.

As vivências ao ar livre ampliam o sentido de aprendizagem e visam, sobretudo trabalhar competências de sobrevivência e adaptação.

Em tempos de um mercado que vive em seguidas oscilações, sujeito à novas tendências constantemente, as empresas necessitam adaptar, com frequência e agilidade, suas estratégias de desenvolvimento de competências. Nesse contexto, cabe dizer que essa adaptação independe do tamanho das empresas, pois as mudanças afetam tanto os micro quanto aos grandes empreendedores. Desse modo, as mais variadas possibilidades de vivências e treinamentos ao ar livre são oferecidas, levando-se em consideração os objetivos e propósito de cada empresa, equipe, empreendedor.

Para a professora Maria Cristina, que nos inspirou a escrever este texto, entre as metodologias de treinamento existentes, a metodologia vivencial se destaca, por oferecer propostas de atividades em que os participantes são retirados de seu ambiente de trabalho tradicional e estimulados a vivenciar e superar situações desafiadoras, tem que precisam vencer seus limites e contornar problemas similares aos que podem ocorrer durante a execução de suas atividades pessoais ou profissionais.

O Tartarugas Turismo de Aventura convida empresas, empreendedores e equipes para planejar conosco um programa de vivência ou treinamento ao ar livre fundamentado na E.E.AL.! Nossa Equipe está disponível para, junto com sua empresa, desenvolver o melhor proposta, de acordo com seu propósito. Vamos trabalhar por pessoas, equipes e um mundo melhor!
Contato: (48) 3281-9058. contato@tartarugas.net

Alguns links inspiradores:
Treinamento vivencial ao ar livre para desenvolver equipes e capacitar gestores: um estudo de caso: https://app.uff.br/riuff/handle/1/1816
Teal – Treinamento Experiencial ao Ar Livre: https://www.dc.srv.br/teal.html
As Organização que aprendem, segundo Peter Senge: “A Quinta Disciplina: http://www.mettodo.com.br/pdf/Organizacoes%20de%20Aprendizagem.pdf

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